quinta-feira, 27 de junho de 2013

É gozação

Liguei a televisão,
nela havia o faustão;
o qual nos trás emoção.
Isso é para você ver.

Que um domingão,
o qual tem tanto ...ão.
Não é comercial de cerveja.
É a televisão,
é emoção, comoção e ação.

Na vida depois é frustração,
depressão, desnutrição e corrupção.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Ciência Progressista.

Uma ciência que segue aos tropeços como o subcomandante falou; sabe-se que não é analiticamente um socialismo utópico. Mas o socialismo tem um caminho que é conhecido por ele mesmo é esse o do pensamento critico ou progressista; que mesmo aos tropeços ele deve seguir. E só por ele tem uma saída para um mundo melhor.

De um representante fora de sua revolução.
Para EZLN, com admiração Douglas Lopes da Silva.
Porto Alegre, 25 de junho de 2013.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Hipótese

            Suponho que podemos perder os objetivos na vida, logo ficamos deprimidos e perdidos; mas se acreditarmos que podemos encontrar o perdido. Sim, se acreditarmos por um momento que somos capazes de mudar esse rumo da nossa história. A mera existência de uma chance de estarmos certos nos abala da cabeça aos pés. Imagine uma caixa aonde você é preso e amarrado a ela.
Não há saída, mas se houve até onde iriamos para conseguir sair; o que faríamos para conseguir ser livre. 
Eu não sei você, mas eu faria o melhor de mim.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

A verdadeira história do autor

Foi a muito tempo atrás.
Se foi sorte ou azar,
não sei.
Sei que ele desceu dos céus.
Colocando fogo no ar.
Fez de nosso povo o réu.
Colocou o ar a incendiar.

Eu estava feliz em minha aldeia,
mas esse dragão tirou isso.
Menos digno que uma alcateia;
falo disso.

De escamas grossas, ser cruel.
Larguei o machado e corri para a vila.
Chegando lá nada, havia lá.
Tudo cinza nenhum rouxinol ou corcel.

Desde então procuro essa criatura.
Para recuperar a honra e lembrança.
De meus entes queridos, nesta altura:
não sei se é justiça ou vingança.

Mas quero as tripas desse verme.
Arrancar-lhe toda epiderme.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Quando os cálculos não somam

Quantas vezes na vida tentamos;
fazer uma equações impossível.
Como na vida dois pode virar três.
Aonde se fez esta logica
aritmeticamente cosmológica. 
Quando se forma um calculo humano,
mas é quando não se faz;
quando a vida não trás.

Subtraem-se os números,
isso não entendo.
Quando não há como somar,
e mesmo assim tentamos em vão realizar.

Não consigo entender como dois positivos;
podem se negativar.
A verdade é que a vida é uma ciência unica;
onde não se coloca as lei da ciência.

terça-feira, 11 de junho de 2013

O sótão

Preso em um quarto escuro.
Viver a dar na parede murros.
Perdido em épocas difíceis.
Em governos inflexíveis. 

Com um papel e caneta.
Fiz meu caminho entre letras.
Termos e gramática escritas.
Palavras a mim nunca ditas.

Sou um homem perdido,
por entre livros;
hoje nesse sótão vivo.

O suicida - reaprendendo a escrever

Uma bala apenas na culatra.
Fico a vida brincando de roleta russa.
Apertasse o gatilho 
e se saem os miolos.
Coloca-se na cabeça e se fecham os olhos,
mas no momento vejo uma letra.

Sobre escrever e caminhar lembro
- Havia Esquecido que caminhar é 
um pé 
após o outro -
De escrever palavra não lembro.
Que é uma letras após outra.

É L -I -B -E - R- D- A- D- E  e depois,
Li- ber- da- de sendo no fim:
Liberdade!!!

É tudo questão de tempo.
É um pé após o outro,
cada passo a seu tempo. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Alcatroz - Uma estória de amor

Minha mãe contou esta história;
não é verdadeira a retórica,
mas sabe o que é verdade?
Nem eu sei, tinha vinte anos de idade.

Alberto Carlos Fatroz,
uma imigração o trouxe.
A terra natal ficou para trás.
Era um alemão-judeu, 
fugiu foi o que houve.

O caso é que ele gostava de sua esposa.
Eles tinham uma boa vida.
Mas ela era como raposa;
gostava de homens, era mulher da vida.

Então certo dia ela fugiu,
com um estancieiro de gramado.
O esposo ficou muito chateado.
Ele se escondeu, então ninguém o viu.

Mas sabe como é,
a gente cai, mas não perde a fé.
Ele tinha que sair um dia,
pois precisava de comida.

Decidiu ir embora da cidade;
com o resto de dignidade.

Nessa época na fronteira.
Havia um bando de contrabandistas.
Eles se escondiam em um morro;
aonde uma estrada cortava a beira dele.

Ele reuniu homens corajosos,
também alguns perigosos.
Sem perspectiva na luta.
E triste com a esposa prostituta.

Eles marcharam para a estrada,
a qual ficava no morro.
Marchando para a cruzada.
Iria lutar, mesmo a custa do "coro".

Escondeu-se na beirada
da estrada.
Matou todos os contrabandistas.
Até a próxima noitada.

Vieram mais,
e cada vez mais.
Dia após dia.
Noite após noite.

Ele defendia a estrada;
com precárias condições.
Pouca munição e muita explosões;
como arma havia pedrada.

Perdeu muitos soldados seu.
Ao céu Deus deu, 
e ao relento morreu.

Sem dúvida eles morreram.
Acabada a munição e armas.
Acabou o porquê sofreram.

Jaziam mortos na fronteira.
Rasgada estava a bandeira.
Sua esposa certo nunca mais viu.
Aquela que um dia fugiu.

Entretanto ele conquistou o respeito.
De bravura, por seu feito.
Apesar dos defeitos.
Capitão de ataque foi eleito.

Mesmo que uma pessoa não o ame.
Você pode conquistar o respeito;
das demais.

Acho que foi isso que minha mãe contou-la
para mim.
Uma amor pode mudar muito além,
mas uma desilusão também.


Inteligência mórbida

Genialidade pessimista e materialista.
De Nietzsche aos marxistas.
Desce ponto analiso a vida.
Com todas as vitórias e decaídas.

Mato-me aos poucos.
De Gil Vicente "A barca do inferno".
Jogo-me nesse mundo mórbido.
De histórias a Óbitos.

Para encontrar a verdade;
sobre erros e castigos.
Nem que seja pela eternidade.
Consigo saber os erros meus
E os teus.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Jokerman

Sobre vocês cartas.
Valente sua dama e uma meretriz.
Por aqui curinga não há saída.

Reis e rainha de copas inuteis.
Cartas marcada,
mau dadas;
e também embaralhadas.

Vida de cartas mesmo poker todo dia.
Rodadas perdidas.
Curinga cadê você.
Ninguém te vê.

Às perdido em mesmas mesas.
 Dama de copas perdida sem represas;
De ouro também há pouco reluzir.

Vida de cartas marcadas.
Mesmos vitoriosos, mesmas jogadas.

Todos querem viver um romance

Primeiro ao escrever se deve ter algo a relatar. Alguma historia, relato ou anedota. Se nada há para contar, não se deve escrever; pois po...